quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ponto para o e-book!

Kindle e-book

Até o presente momento, eu confesso que os livros digitais não tinham me despertado grande interesse. Até os acho interessante pela portabilidade, praticidade e pela possibilidade de reduzir os custos de transporte e impressão e com isso entregar mais informação para mais pessoas.

Na verdade, uma das coisas que colaboravam para a minha não empolgação com os livros digitais residia no fato de apesar das diversas possibilidades que a informação digital oferece para ampliar a experiência do modo como as pessoas adquirem informação (basta olhar essa apresentação no qwiki.com sobre a segunda guerra mundial e comparar com a wikipedia), os e-books simplesmente se mantinha sendo uma versão digitalizada do mesmo e clássico livro impresso. E apesar de todas as promessas de interação e multimídia que os e-books prometiam eu ainda não tinha tido a oportunidade de vê-las em ação.

Isso até eu assistir esse vídeo:


Está bem eu admito, ponto para o e-book!

10 comentários:

Leandro Luz disse...

CARALHO! Depois dessa até eu vou me render aos e-books.

SENSACIONAL!!!

Lais Castro disse...

Ah Leonardo, eu também tinha minhas resistências, mas já estou pronta para o e-book. Brinquei um pouco com o Iped de minha irmã... é mesmo uma maravilha.

Daniela Ramalho disse...

Ahhhh... eu acho que não. nada como um bom livro na estante. até porque esses são caros e facilmente roubados se se tentar ler em locais públicos :p

Leonardo Xavier disse...

Daniela, realmente tem essa desvantagem. No entanto eu acho que se conseguirem integrar bem os textos e a questão de multimídia eu acho que os e-books já ficam muito mais interessantes. ^^

Ricardo Chicuta. disse...

E eu quero desesperadamente um desses.Já faz tempo que não pego em um livro desses tradicionais.Leio meus livros no PSP.

Rachel Chagas disse...

Tudo bem que tecnologia é um barato, bonito, prático e tal, mas ainda sou do tempo antigo. Acho muito mais apropriado e elegante sentar-me num banco de uma praça por exemplo, e folhear um bom livro do que me sentar nesse mesmo banco com um e-book no colo. Sentiria-me incoveniente e pomposa demais e, não sou, nem nasci pra isso.
Uso meu blog pra escrever o que penso e vivo, por praticidade, mas ainda mantenho meus bons e velhos diários para quando tenho tempo e paciência.
No mais, se um dia eu mudar de opinião, junto uma grana pra comprar um, até por que, logo, logo isso aí provavelmente vai perde o valor. Diferentemente de um livro que acho a cada dia que passa, mais valor vai tendo, como a coleção do Globo que tenho em casa com grandes obras como O Cortiço, Dom Casmurro e outros.
Tente vender um e-book desses de hoje em dia e a coleção de livros que já tenho há quase dez anos daqui há 20 anos que seja e, me diga por qual dos dois que pagariam mais caro?
Coisas antigas pra mim têm muito mais beleza e muito mais valor.

Rachel Chagas disse...

Ah, em me esqueci, morri de rir com esse seu comentário:
"nota mental: não fulerar com a Rachel, porque faz mal para os dentes."
Mas é meio isso aí mesmo... uahuahauhauaha

Adorei!

Leonardo Xavier disse...

Rachel, eu, sinceramente, não vejo motivos para alguém se sentir inconveniente e pomposo por estar usando um livro eletrônico, do mesmo modo que eu não tenho a mesma opinião sobre quem usa celulares (que algumas anos atrás já foi considerado artigo de luxo).

Quanto a essa questão dos livros antigos é bem mais complicado... A Caminhante Diurno recentemente relatou alguns problemas para conseguir vender alguns livros que tinha herdado do avô. Achar um colecionador que tenha interesse e disposição de pagar algo pelos seu livros nem sempre é tarefa fácil.

Eu acho que existem coisas que realmente devem ser preservadas é bom ter memória e passado, mas eu acredito que não dá para viver de nostalgia e não acho que tudo que é mais antigo é melhor, eu por exemplo não trocaria meu pc atual pelo meu primeiro pc de jeito nenhum.

Lais Castro disse...

Gente, dá para conjugar os dois, o velho e querido livro de papel e os livros eletrônicos, por que não?

Leonardo Xavier disse...

Lais, eu não tenho dúvidas de que as duas tecnologias ainda irão conviver por um bom tempo.

^^