quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ponto para o e-book!

Kindle e-book

Até o presente momento, eu confesso que os livros digitais não tinham me despertado grande interesse. Até os acho interessante pela portabilidade, praticidade e pela possibilidade de reduzir os custos de transporte e impressão e com isso entregar mais informação para mais pessoas.

Na verdade, uma das coisas que colaboravam para a minha não empolgação com os livros digitais residia no fato de apesar das diversas possibilidades que a informação digital oferece para ampliar a experiência do modo como as pessoas adquirem informação (basta olhar essa apresentação no qwiki.com sobre a segunda guerra mundial e comparar com a wikipedia), os e-books simplesmente se mantinha sendo uma versão digitalizada do mesmo e clássico livro impresso. E apesar de todas as promessas de interação e multimídia que os e-books prometiam eu ainda não tinha tido a oportunidade de vê-las em ação.

Isso até eu assistir esse vídeo:


Está bem eu admito, ponto para o e-book!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

"Até mais, e obrigado pelos peixes!"

Tchau de Miss


Muitas vezes perdemos muito tempo pensando se deixamos ou não certas pessoas entrarem nas nossas vidas. Sempre nos indagamos se um determinado relacionamento pode dar certo, se aquela pessoa é a pessoa que desejamos construir um futuro ou até se ela se adéqua ao tipo de relacionamento que estamos buscando no momento. Se descobrir o momento certo para alguém entra nas nossas vidas é extremamente complicado, eu acho que ainda mais difícil é perceber o momento de partir.


Talvez a arte de por um ponto final em algo que não está indo bem seja uma das mais difíceis de aprender, o que de modo algum invalida a sua importância. Saber a hora certa de partir ou de deixar partir é algo extremamente difícil, afinal o outro virou nosso hábito e nosso vício. E vencer os hábitos e vícios é uma das tarefas mais inglórias e complexas, pois lutar contra os próprios impulsos é sempre mais difícil do que lutar contra os outros.


A minha opinião é de que hora de ir partir é quando as coisas viram somente hábito, não há mais emoção, espírito ou prazer. E eu tenho certeza que provavelmente os leitores já vivenciaram ou já presenciaram tantos casais e mesmo famílias onde as pessoas parecem se reunir mais pelo costume do pelo que prazer de estarem juntos. Sabe quando visitar outra pessoa passa a ser mais uma obrigação pessoal do que algo realmente prazeroso? Pois é sinal de que as coisas já passaram do ponto e as pessoas estão adiando o final inevitável, até que uma hora o caldo entorna e vai tudo para o espaço: amizade, respeito e carinho.


Provavelmente, esta é a pior parte de não saber o momento certo de partir: a incapacidade de conseguir transformar algo que já teve uma história bonita em uma nova história diferente, porém tão bela quanto a anterior.

sábado, 7 de maio de 2011

...

As pessoas escolhem em que querem acreditar e, só então, desenvolvem as suas justificativas.