domingo, 4 de abril de 2010

Como fazer ?

Acompanhado das cobertas e do travesseiro, toda essa revisão passa pela sua mente e você fica se perguntando, se tudo que você faz condiz com o que você realmente acredita? Se todo sacrifício feito nos cotidiano realmente levam ao seu objetivo final? E tudo que você poderia fazer para realmente alinhar suas idéias e ideais de vida com a vida que você leva?

Disso tudo surge outro questionamento a respeito de como é breve a nossa existência e a dúvida se realmente há algum sentido nela. E junto com isso vem aquela vontade de mudar o mundo de fazer algo que seja significativo, que seja relevante e que possa deixar uma pequena marca da nossa existência na terra.

Juntando todas as dúvidas, as idéias e as análises, tudo que me veio a mente é que eu gostaria de estar fazendo algo mais impactante. Algo que seja capaz de transformar a realidade no entanto me falta descobrir um pequeno detalhe: Como fazer?

9 comentários:

Mônica Wesley disse...

Quando vc descobrir o sentido vc me avisa? Por enquanto o q eu gostaria de fazer é estar sendo cremada.
"Quanto vale o show?
Quanto vale o amor?
Quanto vale então
Fazer das tripas coração?
Quanto vale o som?
Quanto vale a dor?
Quanto vale a culpa
E um pouquinho de atenção?"

Lah disse...

sabe aquela frase, "seja vc a mudança que deseja ver no mundo"?
pois eh
alertamos sobre o aquecimento, sobre o consumo de carne etc,
esse mes fazem 4 anos que parei de comer carne, e quando sou questianada sobre isso,
ninguem me da ouvidos. mas...
consegui mudar ao menos um pouco a alimentação da minha familia, q hj é mais saudavel,
e há menos problemas de saude...

ñ vou mudar o mundo, mas faço minha parte...

uma ótima semana para vc

Alexandre disse...

"Seja vocÊ a mundança que deseja ver no mundo"..Isso é auto ajuda demais pra minha cabeça. Gostei do teu blog, seu post tá com um tema semelhante ao meu! Boa coincidência...

Leonardo Xavier disse...

Lah, não era bem esse tipo de ativismo que eu estava pensando, até por que eu gosto de churrasco apesar de eu até achar que algumas comidas vegetarianas são legais. Minha frustração vem mais de estudar tanto batalhar tanto e sentir que algumas vezes não conseguimos mudar a realidade com toda a bagagem que juntamos, entende?

Leonardo Xavier disse...

Alexandre, eu acho que talvez seja uma questão de valores na cultura das pessoas da nossa geração. Por materialista que ela pareça, eu acho que na verdade a juventude busca algo que seja significativo, eu acho que mais que um sucesso corporativo, as pessoas estão procurando se desenvolver mais como seres humanos. Eu acho que as pessoas querem dar mais significado a sua vida do que possuir um carro do ano, roupas de grife e um belo imóvel.

Cafeína disse...

A minha pergunta é "O que fazer?". Meu talento não me leva a nada produtivo ainda...

Rachel Chagas disse...

Olha,sentiiiiido, sentiiiido, acho que não tem nenhum propriamente dito, mas já andei pensando muito nisso (e ainda penso) e, acho que nós é quem damos sentido a vida.

Acho que não precisamos fazer algo muito grandioso, até por que, vamos confessar, pouca gente consegue e então, ficaríamos frustados caso não conseguíssemos. Ao mesmo tempo, quem disse que pequenos gestos nao são grandiosos, não é mesmo?

Confesso que morro de vontade de fazer parte do Greenpeace, (tenho paixão por animais desde bem pequenininha, pretendo ainda me formar em biologia marinha) junto com aquele pessoal que salva as baleias, morro de dó, raiva, não sei, quando as vejo sendo atacadas. É muita crueldade. Mas aí eu me pergunto: cade a coragem? Vai largar essa vida boa pra ir lá? Morreria por essa causa?

Às vezes penso que morreria, por que estaria morrendo por algo nobre, mas se eu fui uma boa pessoa, que respeitou os outros no decorrer da minha vida, que procurou fazer o bem, não seria uma forma de morrer nobremente também?

Dúvidas pairam.

PS: posso fazer um texto reflexivo assim tambem, caso me sobre força de vontade?

Beijaaao!! Fica com Deus

Rachel Chagas disse...

Ah, agora que eu vi, você estava falando mais no sentido profissional mesmo, né? Bom, confesso também que aí, eu não vejo sentido nenhum em porcaria nenhuma. A gente trabalha, trabalha, trabalha, muitas vezes nem é reconhecido por isso, e no fim do mês geralmente o que vem disponível no contra-cheque é o faz-me chorar e não o faz-me rir.
Mas isso é a vida e, não me frustro com isso não. Prefiro trabalhar que ficar em casa o dia inteiro olhando pro teto. Mas também acho que aqui não precisa ser feito nada grandioso, faça apenas a sua parte que seja, mas que faça muito bem feita (se possível, com prazer), sempre há alguém pra ver isso (nem que daqui a 20 anos por isso não morra pelo seu trabalho).
Pense com carinho no que eu trago comigo desde que comecei a trabalhar e vi como alguns chefes podem ser cruéis:

"Não se mate pelo seu trabalho, por que se você morrer a coisa mais fácil do mundo é pôr outro no seu lugar, não importa o quanto você tenha feito pela sua empresa."

Pense nisso, eu penso e sou feliz, até por que se eu fizer hora extra vira banco de horas, e pra que que eu quero isso?? Aff... uahuahauhauahuah

Beijao, de novo!

Natália Bongiovani disse...

Eu sempre paro para pensar sobre isso. E nunca chego a lugar algum.