quinta-feira, 16 de julho de 2009

Caminhando na Chuva

Acordo para ir ao laboratório e, como de costume, tomo café, tomo um banho e troco de roupas. Saio de casa caminho até o ponto de ônibus e pego o primeiro deles para ir pra faculdade, desço na parada de ônibus usual e é aí que eu percebo que atravessar o rio Av. Mascarenha de Moraes se tornou impossível, na verdade até dava pra atravessar, mas iria ficar com as calças molhadas até as canelas.

Lá vou eu caminhando, pra encontrar um ponto para a travessia do rio da avenida. Eis que começa a chover, e quem me conhece sabe que eu sou alérgico a guarda-chuvas, por motivos que vão desde ao fato destes seres sempre desaparecem até questões de segurança e bem-estar público. Então lá vou eu caminhando miseravelmente pela calçada debaixo de chuva e o pior de tudo não acho um famigerado abrigo para espera a chuva passar. Nessas horas eu fico pensando, apesar de ser ateu: “Se Deus, existisse eles seria um filho da puta sádico, rindo da minha cara lá de cima!”.

Enfim consigo atravessar a avenida já estou praticamente de frente a próxima parada de ônibus e felizmente o ônibus não demora muito a chegar. Ainda bem que o ônibus estava relativamente vazio e consigo um lugar para sentar, então começo a organizar as idéias já pensando em chegar, sentar na frente do computador e começar a fazer as tarefas da minha monografia. Então chego a universidade sigo direto para o laboratório e quando finalmente entro na sala que eu trabalho descubro: é dia do mutirão pra faxina! Duh! Droga de Faxina!



#Total Fail

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