domingo, 26 de julho de 2009

Como você mede o seu sucesso na vida?

100 cem Reais

Essa semana por coincidência, eu tenho conversado com vários amigos na mesma faixa etária que eu. Coincidentemente a maioria deles se encontra em crise devido à carreira profissional e em conseqüência disso acaba se questionando quanto ao sucesso na vida. Eu atualmente não me encontro exatamente num desses momentos de crise, mas o lance é que minha carreira não é o que poderíamos chamar de carreira de sucesso, eu não tenho o emprego dos sonhos e nem tão pouco ganho rios de dinheiro. Enfim, esses diálogos ficaram rodar na minha cabeça e por fim seguinte pergunta:

“Como você mede o seu sucesso na vida ?”

Em geral, as pessoas sempre medem o seu sucesso como profissional e suas realizações do ponto de vista financeiro. Eu acho que isso deveria ser esperado, se analisarmos que nós vivemos numa sociedade de consumo, onde tudo está associado ao consumo e as pessoas bem-sucedidas são aquelas que demonstram mais capacidade de consumir.

Eu também sei que até certo ponto o retorno financeiro e as nossas atividades profissionais são importantes, mas eu acredito que isso é o tipo de coisa que deveria dar suporte à nossa vida e muitas vezes as pessoas vivem para o trabalho. Mas a questão é será que o seu grau de satisfação em relação ao seu estilo de vida está associada à sua capacidade de consumo e ao cargo x no setor y da sua empresa? Eu acredito que se deveria buscar medir o sucesso na vida a partir de outras variáveis que não o dinheiro depositado na sua conta mensalmente ou o cargo x na empresa y.

Eu acredito que a realização como profissional é importante, mas isso não necessariamente precisa estar atrelado ao retorno financeiro. Por exemplo, eu acho que o um ambiente de trabalho agradável no qual há respeito entre os colabores conta muito, assim como liberdade para executar suas tarefas. Além do mais, a realização profissional não deveria ser o foco principal da sua vida. Eu acho que muitas vezes, nós acabamos definindo-nos por nossa atividade profissional. Um exemplo disso é quando conhecemos uma pessoa nova num bar ou numa confraternização, uma das primeiras perguntas que se faz é : “O que você faz ?”. Ao que prontamente respondemos: “Eu sou (ponha o seu cargo aqui), trabalhando na área de (ponha área da sua especialidade aqui) na (ponha o nome da sua empresa aqui).”

Outro ponto interessante é ver como a rotina do trabalho consome o seu tempo, por exemplo: eu detestaria arranjar um emprego que eu tivesse que trabalhar 12 horas diárias, por exemplo, independente de quanto eu fosse pago para realizar minhas atividades, por que sei que eu não teria qualidade de vida ou tempo para me dedicar a outras coisas importantes como bater um papo com os amigos ou familiares, ler um bom livro e sair para apreciar uma boa música ou um bom jantar. Afinal, que adianta ter um apartamento luxuoso se eu passo a maior parte do meu tempo no escritório ou no trânsito a caminho do trabalho?

Enfim da próxima vez que me perguntarem o que eu faço eu vou responder: “Eu escrevo um blog que ninguém lê, eu saio pra beber conversar com os amigos, eu aprecio o tempo com a minha família, leio o Fernando Pessoa e no tempo que me sobra eu arrumei um emprego pra pagar as contas.”. E pode ter certeza que eu vou passar a medir o meu sucesso na vida pelos momentos de felicidade e satisfação nas pequenas coisas e não no meu saldo bancário.

sábado, 25 de julho de 2009

"Tudo é Relativo"

Oficialmente primeira das partes que compõem a Teoria da Relatividade foi publicada em 1905 por Albert Einstein. Mas na verdade eu acredito que a Teoria da Relatividade tenha sido uma invenção brasileira e mais uma vez os gringos nos roubaram este feito do povo brasileiro, como o fizeram com Santos Dumont. Ora de onde eu me veio essa? É bem simples, antes do famoso cientista, propor ao mundo a sua teoria a sociedade brasileira já havia tornado tudo relativo: moral, ética, legalidade, etc.

Albert Einstein

Eu estive pensando esses dias, e eis que eu descubro uma das coisas que mais me irrita na cultura brasileira é flexibilidade moral das pessoas. Eu fico abismado como as pessoas têm a capacidade de desvirtuar toda moral e ética de acordo com os seus interesses. Exemplos são muitos e vão desde política ( Exemplo clássico é dado pelas pessoas que públicas desse país, ver vídeos abaixo) até o cotidiano das pessoas ditas comuns.


É impressão minha ou os valores políticos dos homens públicos mudam de acordo com a necessidade política ??


Enfim eu fico abismado de como certos comportamentos são relativizados, parece que na cultura do nosso país parece que a moral não tem uma bússola que indique uma direção do que é correto ou incorreto. Tudo é relativo, por exemplo, se o cara é pobre pode roubar. Eu fico impressionado com essa visão romântica dos presídios cheios de ladrões de galinha, pessoas que roubaram um pote de margarina, bandidos que só assaltaram por que tinham um filho com fome em casa.

A partir essa visão romântica, cria-se a imagem deturpada de um sistema carcerário cheio de pessoas pobres que foram jogadas lá por policiais corruptos. Afinal de coitadinhos que não deveriam ter sido presos, afinal de contas eles não fizeram nada demais e cria-se junto a isso uma imagem de um sistema policial totalmente corrupto, que abusa e extorque a todos no país.


Outra questão, extremamente chocante é como vemos as corrupção, interessante como as pessoas chamam os guardas de trânsito de corruptos por pedirem propinas, que estes pagam sem titubear ou em alguns casos se oferecem a pagar. É interessante este fato, a meu ver, estes que pagam propina são em geral tão corruptos quanto aqueles que recebem, e eu acredito que isso seja válido também do ponto de vista legal. Além do mais a cada vez que eles pagam uma propina eles estão estimulando toda uma indústria, afinal só tem autoridade se vendendo por que tem gente disposta a comprá-los.


Um ponto pra mim, bastante interessante é como as pessoas tratam a questão das drogas, temos: a vítima maior que é o usuário, o traficante pé-de-chinelo que em geral é considerado vítima da falta oportunidades e do desemprego, e por fim do lado negro da força temos o grande traficante e autoridades corruptas. E ainda tem pessoas que ficam chocadas se você dizer que o usuário sustenta toda uma rede de criminosos, dando dinheiro pra eles comprarem mais droga e mais armas. Como se mesmo no mundo marginal as corporações não dependessem de dinheiro pra crescer e como se de posse desse dinheiro fornecido pelos usuários eles não fossem aumentar mais a sua esfera de influência e corromper autoridades.


Algumas pessoas podem até querer livrar parte da sua responsabilidade culpando o sistema legal e alegam que se o sistema legal descriminalizasse o uso de drogas não haveria tráfico, a sociedade não seria vítima da violência e não existiria autoridade corrupta. Mas enfim, eu imagino como que seria se a proliferação dessas drogas não fosse combatida: comercial de TV com um sujeito “super cool” fazendo propaganda de baseado, dando uns tapinhas numa cadeira de praia acompanhado por loiraças peitudas ou mostrando como as pessoas bem-sucedidas cheiram cocaína numa balada “super-hiper-mega-ultra” descolada. Será que alguém gostaria de ver um filho seu adolescente assistindo esse tipo de comercial na mídia? Eu não tenho filhos, mas realmente não gostaria de ver uma juventude em formação sendo exposta a esse tipo de coisa na mídia.


Mas quem sou eu para discordar dessa cultura, afinal de contas, na sociedade brasileira "tudo é relativo"!

domingo, 19 de julho de 2009

Nunca na história desse país...


Eis que vejo o mais uma vez o nosso Excelentíssimo Sr. Presidente soltar mais uma pérola sobre os nossos senadores quando perguntado a respeito da CPI da PETROBRAS:

“Todos eles são bons pizzaiolos.”

E inspirado na idéia dos geradores de discurso do Lula, eu acho que todo mundo lembra-se de um site que gerava os discursos do nosso estimado Presidente, juntamente com a pérola da semana. Resolvi escrever esse post, haja visto que: Nunca na história desse país, nenhum outro governo falou tanta besteira.

Portanto segue logo abaixo uma coletânea onde podemos beber de toda sabedoria do nosso estimado presidente.

"Eu fico imaginando que, se aceitar a diminuição da idade para 16 anos, amanhã vão pedir para 15, depois para 9, depois para 10, quem sabe algum dia queiram punir até um feto." - Sobre a redução da maioridade penal

"Minha mãe é uma senhora que já nasceu analfabeta."-sobre a própria genitora

"Nós não aceitamos difamações contra companheiros.”-defendendo Hugo Chávez das críticas do governo americano.

“Lá (nos EUA), ela é um tsunami; aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem para esquiar.”- sobre a atual crise global.

“Eu não conheço ninguém, a não ser a oposição, que tenha discordado da eleição do Irã. Não tem número, não tem prova. Por enquanto, é apenas, sabe, uma coisa entre flamenguistas e vascaínos.”- sobre as eleições no Irã.

E é só procurar no Google que se acha mais. Bem como eu vinha dizendo: Nunca na história desse país...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Caminhando na Chuva

Acordo para ir ao laboratório e, como de costume, tomo café, tomo um banho e troco de roupas. Saio de casa caminho até o ponto de ônibus e pego o primeiro deles para ir pra faculdade, desço na parada de ônibus usual e é aí que eu percebo que atravessar o rio Av. Mascarenha de Moraes se tornou impossível, na verdade até dava pra atravessar, mas iria ficar com as calças molhadas até as canelas.

Lá vou eu caminhando, pra encontrar um ponto para a travessia do rio da avenida. Eis que começa a chover, e quem me conhece sabe que eu sou alérgico a guarda-chuvas, por motivos que vão desde ao fato destes seres sempre desaparecem até questões de segurança e bem-estar público. Então lá vou eu caminhando miseravelmente pela calçada debaixo de chuva e o pior de tudo não acho um famigerado abrigo para espera a chuva passar. Nessas horas eu fico pensando, apesar de ser ateu: “Se Deus, existisse eles seria um filho da puta sádico, rindo da minha cara lá de cima!”.

Enfim consigo atravessar a avenida já estou praticamente de frente a próxima parada de ônibus e felizmente o ônibus não demora muito a chegar. Ainda bem que o ônibus estava relativamente vazio e consigo um lugar para sentar, então começo a organizar as idéias já pensando em chegar, sentar na frente do computador e começar a fazer as tarefas da minha monografia. Então chego a universidade sigo direto para o laboratório e quando finalmente entro na sala que eu trabalho descubro: é dia do mutirão pra faxina! Duh! Droga de Faxina!



#Total Fail

terça-feira, 14 de julho de 2009

Um sonho

Outro dia desses e eu tive um sonho, mas não foi um sonho comum. Tratava-se de um sonho maluco e frustrante. Eu não sei se chegaria ao ponto de ser um pesadelo, mas foi bastante desagradável. Nesse sonho eu tentava fazer algo realmente simples, mas tudo que eu tentava fazer dava errado.


Num primeiro momento, eu me encontrava em um supermercado, onde de repente eu via a prateleira de um produto que eu queria comprar, sendo que então eu me distraía com alguma coisa e prateleira sumia. A partir desse momento eu passo a buscar pelas prateleiras do produto desejado mas sem sucesso e ao contrário do que eu faria normalmente, eu continuava a rodar pelo supermercado desesperadamente com uma sensação de frustração terrível. Num segundo momento eu sentia com uma sensação de frustração terrível e caminhava ainda mais apressado pelo supermercado.


Neste momento eu acordo, ainda com o sentimento de frustração pesando em mim. E fico pensando, se tudo isso tem um significado. Começo então a divagar a respeito das frustações. Sendo que dessa vez, elas estão no mundo real...

sábado, 11 de julho de 2009

I just don't understand

Eu realmente não entendo o comportamento de certas garotas na balada. Em teoria a balada é um lugar para tomar “umas” com os amigos, dançar e conhecer gente nova, seja simplesmente pra fazer novas amizades ou mesmo flertar. Portanto, eu não entendo o porquê de certas garotas irem pra balada fazer doce, afinal só pode ser esse o objetivo. Pois num lugar onde se deveria estar disposto a dançar e conhecer novas pessoas, fica uma garota dançando com as amigas e se recusando a aceitar um convite pra dançar. Eu realmente não entendo, ficam elas lá fazendo charminho pra dançar e aí depois tão lá dançando entre elas, ou mesmo sozinhas.

Partindo do suposto que a balada é uma oportunidade de se confraternizar com os amigos e de conhecer novas pessoas, sendo esse o espírito qual o mal de se aceitar uma dança. Eu acho que tem certos casos que a moça realmente tem motivos sérios pra rejeitar um convite desses por exemplo: se o rapaz estiver embriagado, sujo, fedido ou se for um homem de neanderthal (sim, essa é a denominação que eu dou aqueles sujeitos que já saem puxando as garotas pelo cabelo). Eu alguns casos a garota pode até estar indisposta pra dançar e tals. Isso eu até entendo.

A verdade é que eu tenho andado por aí com uns amigos que não são de nenhuma dessas espécies de sujeito e vejo que cada vez mais a uma expansão nesse comportamento de fazer doce, eu acredito que com esse tipo de comportamento, essas garotas acabam perdendo a oportunidade de conhecer novas pessoas, dessas algumas talvez sejam interessantes outras nem tanto (dependendo da sua definição de pessoas interessantes).

Eu acho esse tipo de comportamento lamentável que uma das coisas mais legais nas baladas é quando você conhece alguém que acha realmente interessante, sabe aquelas pessoas que você sente algo em comum, que gosta dos mesmos livros e atividades que você, uma pessoa com quem você partilhe as idéias. Enfim a todas essas oportunidades tão escapando. Simplesmente pra se manter uma pose artificial.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Viva la Republica de Bananas

É meus caros amigos parece que o Hugo Chávez lançou mais uma modinha na América Latina. Ao que parece o hit do momento são os ditadores “democráticos”.

Como assim ditadores democráticos? Calma que eu explico: Primeiramente, dá-se um jeito de ser eleito democraticamente. Nesta etapa não importa se as eleições forem fraudulentas ou não. Em seguida, trata-se de adotar uma política populista e, com a popularidade em alta, trata-se de dar início a perseguição de seus desafetos. Na seqüência invocam-se plebiscitos, cujos votos já foram comprados com as políticas populistas, para alterar a constituição e permanecer no poder por quantos mandados lhe interesse. Agora, finalmente podem-se cometer desmandos à vontade e ad eternum.

Viu como é simples qualquer republiqueta de bananas pode fazer o seu ditador “democrático” em casa.

Por que eu estou falando disso? Ora o candidato a ditador fracassado presidente de Honduras Manuel Zelaya tentou usar a mesma técnica acima descrita e muy bien implementada por um certo ditador Venezuelano. Ao que parece no caso hondurenho, as coisas não saíram muito bem e o candidato a ditador presidente, acabou sendo deposto por um governo provisório formado por lideres políticos e militares. Tentou passar por cima das decisões do legislativo e do Judiciário, o pessoal não gostou e os militares foram buscar ele dentro de casa (É! Eu também pensava que esse tipo de coisa só acontecia em acertos de conta entre traficantes de favela, mas cada país tem a democracia que merece!).

Zelaya

É seu Zelaya ! Esse bigode deve fazer sucesso com mulheres, só não funcionou com a oposição!

Sim! É aí que começa o samba do crioulo doido: a Organização dos Países Americanos negocia com o governo interino, a ONU também se mete no assunto e por os EUA mandam a Secretária de Estado se encontrar com o Presidente deposto. Belo enredo pra novela mexicana, se ela não fosse hondurenha. Aguardamos ansiosamente as cenas do próximo capítulo.

sábado, 4 de julho de 2009

"I Know not what tomorrow will bring"

Moradores de Rua

Os sem-tetos me causam, algumas vezes uma sensação estranha de desconforto, daquelas que perturbam a alma. Ao contrário da maioria das pessoas, o que me perturba nos sem-tetos não é o mau cheiro ou as vestes sujas e em farrapos, eles me perturbam por me fazer pensar a respeito do futuro. Às vezes me perturba o quanto aquelas pessoas muitas vezes foram despidas de oportunidades devido a alguns acontecimentos da vida.


Não sei se é o tipo de coisa que só acontece comigo, mas já conversei com alguns sem-tetos enquanto esperava um ônibus numa praça. É estranho ver que em alguns casos eles já tiveram outra vida, ainda que simples, eles já tiveram um lar, em alguns casos família. Talvez o que me faça ficar mais perturbado devido é a essas conversar, ainda que de curta duração me perturbam bastante.


Essas conversas me fazem pensar no futuro e em quanto o destino às vezes é incerto, nunca se sabe o que pode acontecer amanhã. Isso às vezes me faz pensar a respeito do que o futuro me reserva, será que um dia eu me tornarei um daqueles sem-tetos perambulando pela cidade dormindo debaixo de marquises?


Os loucos são outros seres marginalizados que também me perturbam. Por que muitas vezes se ouve falar de pessoas relativamente normais que surtam, perdem o juízo. Feito diz o ditado: “Juízo é um pedaço de papel”, às vezes fica o questionamento se um dia a insanidade não vai bater à minha porta. A insanidade me perturba, às vezes tenho medo de que ela me bata à porta e me leve o juízo, as memórias e mesmo a dignidade como ser humanos. Eu acho que deve ser uma das sensações mais horríveis se tornar prisioneiro da sua própria mente, esquecer de quem você realmente é, esquecer-se das pessoas que são importantes, não ter mais independência intelectual...


Blah! Às vezes eu queria pensar um pouco menos na minha vida...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Eu e meu amigo Murphy

Saio da faculdade com sentindo meio resfriado e quando eu saio aquela chuva até aí tudo bem, a chuva nem estava tão forte assim. Entro no ônibus a chuva diminui, desço compro pão, passa na farmácia para comprar um maldito anti-gripal, já mais fanho do que o pato Donald, continuo indo rua abaixo, chego a uma quadra de casa e como já era esperado pela lei de Murphy, basta dobrar a esquina de casa para que a chuva interrompida se precipite de maneira torrencial, ou seja, nada como leis científicas para desenvolver previsões bem eficientes.

Eddie Murphy

Não, não é desse Murphy que eu estou falando!

E pensando nisso me bateu a uma curiosidade a respeito da famigerada Lei de Murphy, de onde teria vindo esta maldita lei que tanto nos atormenta. Fui lá pesquisar no página da Web preferida por 30 de cada 10 curiosos. Lá eu descobri que o tal Murphy era um engenheiro aeroespacial, o que significa que eu não fui o primeiro engenheiro pessimista do mundo, que teria feito reclamado de um assistente durante um teste de tolerância a força gravitacional em seres humanos,Murphy dito que se houvesse um modo do citado cidadão fazer algo errado ele o faria.

O oficial da Aeronáutica americana John Paul Stapp, que estava servindo como cobaia nos testes sobre os efeitos da força gravitacional em seres humanos, comentou sobre a Lei de Murphy em uma coletiva a imprensa, se tornando o responsável por sua popularização, ou seja, graças a ele o postulado seguinte enunciado se tornou celebre:

"Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em conseqüências indesejáveis, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la"

Que acabou se popularizando na forma:

“Se algo pode dar errado, com certeza dará”

E por falar na famigerada Lei de Murphy, eu acho que o resfriado está piorando... AAATCHIM!

ps: Eu espero que haja algo de laranja de verdade naqueles sucos de caixinha, principalmente sendo daquele que a famigerada propaganda diz ter gominhos...


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